Eram muitas as nossas expectativas antes de chegar em Bali. Se pudéssemos escolher apenas uma adjetivo,
seria exótica. Mas também poderia ser única, e certamente inesquecível. Seja
qual for a sua expectativa, não há como não se surpreender com o que você vai
ver. O contato com o mundo dos deuses hindus começa já no desembarque!
Bali não é um país, já que pertence à Indonésia, mas é um
local com identidade e cultura tão fortes e diferentes do restante das ilhas
vizinhas que bem poderia ser independente. A começar pela religião: Bali é um
nirvana hindu em meio à um universo mulçumano.
Dizem que a qualidade da sua experiência em Bali depende
fundamentalmente do local escolhido para ficar. Por isso fugimos da caótica
capital e escolhemos os arrozais do coração cultural da ilha: a charmosa vila
de Ubud. Ficamos hospedados numa casa que mais parecia uma mansão de cinema de
tão grande! Caberia com folga os meus tios e tias. Quem sabe da próxima vez?
Nunca fomos tratados com tanta simpatia. Toda a equipe de funcionários não se
cansava de perguntar como estávamos, sempre com um sorriso no rosto. Na primeira noite não poderíamos perder uma performance de dança típica balinesa.
Não dava vontade de sair da Villa Aghung, mas tínhamos que
conhecer o restante da ilha. Então vai a segunda regra da visita à Bali:
lembre-se que a ilha é parada. Não há mobilidade urbana. Leva-se cerca de 1
hora para percorrer 20km, tamanha a bagunça do trânsito e a quantidade de
motocicletas. Todos por aqui a tem, e no interior é comum ver crianças de 10
anos pilotando! Bicicletas, apenas para os turistas.
Deixamos o primeiro dia para conhecer as praias, que ficam
ao sul. Bali é conhecida como uma meca para os surfistas. Escolhemos a praia de
Nusa Dua, que ainda permite o banho
já que o mar é bem calmo por aqui. Após papai, mamãe e vovô tomarem a sua Bitang gelada fomos para o templo de Tanah Lot, talvez o mais fotografado da
ilha. É impressionante vê-lo isolado do restante da costa, encravado numa
ilhota de pedra só acessível na maré baixa. Não tão longe fica Seminyak, a parte mais sofisticada do
litoral onde assistimos ao pôr-do-sol tomando drinks no Ku-De-Tá, point do agito balinês. E como eu agitei! Fui para o meio
da pista de dança improvisada no jardim e arrasei!
Na manhã seguinte, enquanto descansávamos no nosso oásis de
tranquilidade e paz, papai e vovô partiram para uma aventura de bicicleta pelo
interior da ilha. Este é um passeio imperdível: pedalar pelas ruelas das
pequenas vilas rurais, conhecendo em detalhes como as divindades hindus e a
cultura do arroz permeia a vida dos balineses em todos os seus aspectos.
Certamente a ilha é pobre, mas aqui fica claro como a felicidade da população
pode ser bem diferente da sua riqueza. A tarde foi reservada para passear por
Ubud: tomar um café em frente ao templo Pura
Saraswati, com seu lindo lago com flores de lótus, é uma visita
obrigatória.
Quantas impressões destes primeiros dias em Bali! Vou dormir
ainda pensando nas estátuas de dragões e seres mitológicos que vejo em cada
canto da ilha. Beijos do outro lado do mundo!





















Felipão,
ResponderExcluirQue fotos lindas!! Difícil dizer qual é mais bonita...
Fiquei surpreso em saber que seu Pai sabe andar de bicicleta!! Será que ele vai andar conosco aqui do outro lado do mundo....? ;-)
Saudades!!
PS: Gostei muito dessa última foto!! Seu rostinho é impagável!
Felipe, você tem ido em locais impressionantes! Essas plantações de arroz são muito características, vemos sempre algo parecido nos filmes!
ResponderExcluirContinue aproveitando bastante e mande beijos para todos!
Tio Marcelo e tia Flavinha
Felipe as fotos estão lindas e o lugar vc tem que rezar e agradecer a Deus essa oportunidade. O vovo Evilazio adoraria estar ai e ver essas plantações de arroz tão antigas!
ResponderExcluirQue bom ver vc tão feliz junto do papai mamãe e avos maravilhosos.Mil beijos
Vovo Gracinha