Descobri que apesar da Tailândia não ficar entre Taguatinga e Ceilândia, como eu já imaginei certa vez, sua capital Bangkok tem algumas semelhanças com as duas cidades. No nosso caminho até o hotel, fomos percebendo como o que víamos nas ruas lembrava o meu saudoso país. Muitos quilômetros de engarrafamentos, poluição e uma multidão de vendedores ambulantes e camelôs brigando por cada centímetro quadrado das calçadas. Mas há aqui uma vibração diferente, talvez resultado da influência budista, a peculiaridade oriental e a presença de gente de todas as partes do mundo.
Bangkok sem o comércio é inimaginável, seu coração pulsa mais forte nas ruas tomadas pelos vendedores, feiras e nos enormes shopping centers que nos refugiam do calor escaldante. Nosso hotel ficava exatamente no centro desta área, lotada de tuk-tuks (os coloridos triciclos adaptados que funcionam como táxis). É também nas ruas que encontramos muito da sua famosa cozinha, mas não nos arriscamos o suficiente para experimentarmos os grilos fritos oferecidos entre algumas opções de baratinhas e minhocas. No máximo um suco de dragonfruit...
No caminho até nossa primeira grande atração, o palácio real, pudemos observar como os tailandeses veneram o seu rei. Há imagens dele por todas as ruas, e é considerado um crime de lesa majestade você não ser respeitoso.
Apesar dos meus três aninhos já viajei um bocado, e nunca havia estado em um lugar tão absurdamente grandioso e belo como o Grande Palácio Real. As enormes cúpulas douradas e estátuas de dragões criam uma atomosfera surreal. Ali fica a mais sagrada imagem religiosa da Tailândia: a pequena estátua do Buda de Esmeralda, guardada dentro do magnífico santuário Wat Phra Kaew. Pena que a beleza do lugar atrai hordas e mais hordas de turistas, chega a ser inacreditável a quantidade de pessoas que estavam ali. Papai e mamãe nunca tinham visto nada igual. Agora some a multidão ao calor de 35 graus...
Foi difícil vencer a temperatura africana e o suor, mas ainda tivemos energia para chegar a outra grande atração de Bangkok, bem próxima do Palácio Real: o templo do Buda deitado, ou Wat Pho. Uma enorme estátua do Buda, folheada a ouro e com 46 metros de comprimento, representa o espírito budista após atingir o nirvana.
Ufa! Nosso city tour por Bangkok ainda não havia acabado. Após o necessário almoço com ar-condicionado, pegamos mais uma vez o táxi para Chao Phraya, o grande rio que corta a cidade e cria uma infinidade de canais, a ponto de no passado esta já haver sido considerada uma espécie de Veneza do oriente. A forma mais autêntica de conhecer o rio é pegando o "coletivo" que o atravessa, o Chao Phraya Express. Desconfortável, mas barato e divertido. Descemos em frente ao templo Wat Arun, um dos mais antigos da capital e especialmente bonito no final da tarde.
Cada lugar novo que visitamos nos traz novas e duradouras impressões, diferentes das anteriores. Mas também adoro voltar para o nosso hotel e brincar com o vovô até cansar, e depois receber os carinhos da vovó e da mamãe que me embalam em sonhos coloridos com tantas lembranças maravilhosas...
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| Nosso primeiro vôo pela Air Asia |
No caminho até nossa primeira grande atração, o palácio real, pudemos observar como os tailandeses veneram o seu rei. Há imagens dele por todas as ruas, e é considerado um crime de lesa majestade você não ser respeitoso.
Apesar dos meus três aninhos já viajei um bocado, e nunca havia estado em um lugar tão absurdamente grandioso e belo como o Grande Palácio Real. As enormes cúpulas douradas e estátuas de dragões criam uma atomosfera surreal. Ali fica a mais sagrada imagem religiosa da Tailândia: a pequena estátua do Buda de Esmeralda, guardada dentro do magnífico santuário Wat Phra Kaew. Pena que a beleza do lugar atrai hordas e mais hordas de turistas, chega a ser inacreditável a quantidade de pessoas que estavam ali. Papai e mamãe nunca tinham visto nada igual. Agora some a multidão ao calor de 35 graus...
Foi difícil vencer a temperatura africana e o suor, mas ainda tivemos energia para chegar a outra grande atração de Bangkok, bem próxima do Palácio Real: o templo do Buda deitado, ou Wat Pho. Uma enorme estátua do Buda, folheada a ouro e com 46 metros de comprimento, representa o espírito budista após atingir o nirvana.
Ufa! Nosso city tour por Bangkok ainda não havia acabado. Após o necessário almoço com ar-condicionado, pegamos mais uma vez o táxi para Chao Phraya, o grande rio que corta a cidade e cria uma infinidade de canais, a ponto de no passado esta já haver sido considerada uma espécie de Veneza do oriente. A forma mais autêntica de conhecer o rio é pegando o "coletivo" que o atravessa, o Chao Phraya Express. Desconfortável, mas barato e divertido. Descemos em frente ao templo Wat Arun, um dos mais antigos da capital e especialmente bonito no final da tarde.
Cada lugar novo que visitamos nos traz novas e duradouras impressões, diferentes das anteriores. Mas também adoro voltar para o nosso hotel e brincar com o vovô até cansar, e depois receber os carinhos da vovó e da mamãe que me embalam em sonhos coloridos com tantas lembranças maravilhosas...




















Felipe, suas fotos estão lindas. Pede para o papai mandar esta penúltima para mim. Adorei!!!!
ResponderExcluirBeijos, titia Ana.