sábado, 7 de dezembro de 2013

Em Bahamas com minhas duas avós

Mamãe diz que puxei a veia da família para gostar tanto assim de viagens. O ano ainda não acabou e já estou eu aqui, mais uma vez, relatando minhas aventuras! E esta foi muito especial: afinal, estariam juntos minhas duas avós, o vovô Manoel e até a tia Marlene e o primo Pedro.

Atenção senhores passageiros com destino a Miami



Dentro do navio tomando gatorade

O destino não poderia ser melhor: Bahamas, no mar do Caribe. Na verdade, esta era uma viagem que já havia sido planejada pelo vovô Manoel, mas acabamos "embarcando" no roteiro. E aí vocês conhecem o meu pai não é? Além de Fort Lauderdale, onde a vovó Carmem e a tia Marlene aprenderam inglês, tratou logo de acrescentar Key West no percurso!

Chegamos na Flórida a tempo de ainda nos encontrarmos com o tio Marcelo, a tia Flávia e os seus pais, que já estavam no seu último dia de viagem. Como eu já estava dormindo não ganhei minha caixa gigante de tic-tac!

No dia seguinte, bem cedo, fizemos a rápida viagem de navio entre Fort Lauderdale e Freeport, nas Bahamas. Pena que o céu azul e limpo do porto de Everglades não nos acompanhou até o destino final: literalmente, choveu todos os dias em que estávamos nas Bahamas. E o vento gelado? Pois é, pegamos uma espécie de frente fria em pleno Caribe...

Port Lucaya, em frente ao nosso hotel

Felizmente o nosso hotel, que na verdade era um grande resort, compensou os excessos de São Pedro.  Nunca havia ficado num hotel "pé na areia", bem de frente para o mar, e com tamanha quantidade de piscinas e restaurantes. A minha preferida foi um pequeno ofurô com a água a 40 graus, de onde ficava admirando as ondas na praia e fugia do frio. Papai e vovô ainda se arriscaram nas piscinas com borda infinita, onde eu só entrei no último dia quando o sol resolveu aparecer bem tímido.







Nosso hotel e o meu ofurô com água bem quente

Comer nas Bahamas foi uma experiência a parte. Vovô só ficou contente quando experimentou os famosos "conch fritters", a carne de caramujo que lá aparece em um monte de pratos. Eu não me aventurei tanto, afinal bem de frente para o nosso hotel estava o Port Lucaya Marketplace com dezenas de opções de pequenos restaurantes. Fomos lá várias vezes, papai e mamãe adoraram as cervejas locais chamadas Kalik e Sands. Mas nem conseguíamos pensar em comida após o café da manhã no hotel, que era para americano nenhum botar defeito. Escolhíamos entre vários tipos de panquecas, omeletes, bacon, batatas assadas, salsichas e tínhamos calorias suficientes para todo o dia!


Marina de Port Lucaya, onde fomos várias vezes



Conch fritters ou carne de caramujo frita


Nosso buffet light de café da manhã

Mas querem saber do que mais gostei na minha viagem até aqui? Quando íamos para o quarto do hotel, e eu brincava que era um leão que espantava os "jacarés do papo amarelo": papai, mamãe, minhas duas vovós e o vovô. Todos rolando no carpete do quarto e morrendo de rir!!







2 comentários:

  1. Meu querido mimadinho!!!

    Estava com saudades da suas viagens!!

    Onde estará seus pais que não te leva mais para passear...? ;-)
    Vovô disse que você tem sido uma ótima companhia!!
    Fique com inveja!!

    Saudades!

    Titio mimado ;-)

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  2. Felipe, nem acreditamos quando chegamos no hotel e você estava dormindo! Estávamos loucos para lhe entregar o tic-tac gigante e um alligator!!!
    Beijos!!!

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