Já estamos de volta ao Brasil, mas não poderia deixar de relatar os últimos dias da minha inesquecível viagem pela Ásia. Afinal, papai diz que daqui a alguns anos eu lerei este diário com grande curiosidade! Desembarcamos em Krabi, no litoral tailandês, com o tempo nublado. A falta do sol e o turbulento vôo da Air Asia foram compensados pela recepção no aeroporto (alguém já nos esperava com o nosso nome numa plaquinha) e por aquela que seria a nossa casa pelos próximos três dias. A casa era enorme, com três quartos e uma piscina com água aquecida que aproveitei muito!
O dia seguinte, uma quente manhã de domingo, prometia. O sol despontou logo cedo, e estávamos aliviados por haver escolhido aquele dia para fazer o passeio de barco até a famosa ilha de Ko Phi Phi. Esta ilha ficou famosa após servir de cenário para o filme A Praia, com o Leonardo DiCaprio.
No entanto, mal começamos a navegar o céu azul foi substituído por um horizonte cinza e a chuva não tardou a aparecer... na nossa primeira parada, em Bamboo Island, fomos informados que não haveria condições de ir até a Maya Bay, a praia mais famosa de Ko Phi Phi. Felizmente o sol ainda apareceu, e na nossa próxima parada mergulhamos num local com a água inacreditavelmente verde.
Almoçamos na ilha de Phi Phi Don, e depois ainda mergulhamos (desta vez com snorkel) para visualizarmos os incontáveis peixes tropicais que acompanhavam o nosso passeio. Foi nesta hora que fiquei muito triste com o que aconteceu: mamãe sofreu um pequeno acidente e cortou a perna numa das hélices do barco... logo ela, que é tão cuidadosa com tudo o que faz! Vovô tentava me consolar enquanto papai socorria a mamãe, mas tudo terminou bem. Felizmente mamãe foi muito bem assistida e este contratempo não trouxe maiores consequências, além do fato de que a partir daquele momento ela não poderia mais entrar na piscina ou no mar.
No dia seguinte, papai e vovô ainda seguiram o roteiro planejado para a viagem, ainda que contrariados e sentindo muito a falta da mamãe (que foi muito bem cuidada em casa por mim e pela vovó). Os dois foram até a região de Railay, uma parte do litoral onde só se chega de barco e onde fica uma das praias mais bonitas do planeta, Hat Phra Nang. A água verde e cristalina, a areia branca e as verdejantes formações rochosas traduzem com perfeição tudo o que imaginamos por praia na Tailândia.
Pena que nossa viagem estava se aproximando do fim. Quantas aventuras, quantos lugares diferentes, quantas experiências vou guardar de recordação destes dias na Ásia! Mais do que os lugares, no entanto, adorei mais ainda ficar tanto tempo tão próximo da mamãe, do papai e especialmente do vovô e da vovó, incansáveis em me dar toda a atenção do mundo. Descobri, definitivamente, que viajar é bom demais!
A volta para casa foi longa e cansativa, afinal estávamos do outro lado do mundo. Nossa maratona de vôos e aeroportos durou exatamente 43 horas, entre o embarque em Krabi e a chegada em Brasília. Foram quatro vôos, totalizando 25 horas no ar seco e pressurizado da cabine, cinco aeroportos e 11 fusos horários. Se valeu a pena? Faria tudo de novo agorinha mesmo!
PS.: feliz aniversário vovô!
O dia seguinte, uma quente manhã de domingo, prometia. O sol despontou logo cedo, e estávamos aliviados por haver escolhido aquele dia para fazer o passeio de barco até a famosa ilha de Ko Phi Phi. Esta ilha ficou famosa após servir de cenário para o filme A Praia, com o Leonardo DiCaprio.
No entanto, mal começamos a navegar o céu azul foi substituído por um horizonte cinza e a chuva não tardou a aparecer... na nossa primeira parada, em Bamboo Island, fomos informados que não haveria condições de ir até a Maya Bay, a praia mais famosa de Ko Phi Phi. Felizmente o sol ainda apareceu, e na nossa próxima parada mergulhamos num local com a água inacreditavelmente verde.
Almoçamos na ilha de Phi Phi Don, e depois ainda mergulhamos (desta vez com snorkel) para visualizarmos os incontáveis peixes tropicais que acompanhavam o nosso passeio. Foi nesta hora que fiquei muito triste com o que aconteceu: mamãe sofreu um pequeno acidente e cortou a perna numa das hélices do barco... logo ela, que é tão cuidadosa com tudo o que faz! Vovô tentava me consolar enquanto papai socorria a mamãe, mas tudo terminou bem. Felizmente mamãe foi muito bem assistida e este contratempo não trouxe maiores consequências, além do fato de que a partir daquele momento ela não poderia mais entrar na piscina ou no mar.
No dia seguinte, papai e vovô ainda seguiram o roteiro planejado para a viagem, ainda que contrariados e sentindo muito a falta da mamãe (que foi muito bem cuidada em casa por mim e pela vovó). Os dois foram até a região de Railay, uma parte do litoral onde só se chega de barco e onde fica uma das praias mais bonitas do planeta, Hat Phra Nang. A água verde e cristalina, a areia branca e as verdejantes formações rochosas traduzem com perfeição tudo o que imaginamos por praia na Tailândia.
Pena que nossa viagem estava se aproximando do fim. Quantas aventuras, quantos lugares diferentes, quantas experiências vou guardar de recordação destes dias na Ásia! Mais do que os lugares, no entanto, adorei mais ainda ficar tanto tempo tão próximo da mamãe, do papai e especialmente do vovô e da vovó, incansáveis em me dar toda a atenção do mundo. Descobri, definitivamente, que viajar é bom demais!
A volta para casa foi longa e cansativa, afinal estávamos do outro lado do mundo. Nossa maratona de vôos e aeroportos durou exatamente 43 horas, entre o embarque em Krabi e a chegada em Brasília. Foram quatro vôos, totalizando 25 horas no ar seco e pressurizado da cabine, cinco aeroportos e 11 fusos horários. Se valeu a pena? Faria tudo de novo agorinha mesmo!
PS.: feliz aniversário vovô!

















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