Na sexta-feira anterior ao batizado, papai e mamãe fizeram o curso de preparação com os meus padrinhos: vovô Manoel e vovó Carmem. Mamãe me contou muita coisa bonita sobre o curso e eu entendi um pouquinho mais o significado do que estava prestes a acontecer. Eu, que segundo o papai já nasci um anjinho, agora iria me reaproximar mais ainda do Papai do Céu!
Bem sei que todas as qualidades que o padre disse que os padrinhos devem ter os meus já têm, e de sobra. Não é por nada não, mas que padrinhos maravilhosos eu tenho! O amor deles por mim parece que só aumenta, nunca imaginei que mexeria tanto com as vidas dos meus dois avôs-padrinhos! Não poderia deixar de falar também da minha madrinha-tia-coruja de consagração, tia Alê! Acho que também roubei o seu coração desde que nasci. Mas seria uma injustiça não falar também da vovó Gracinha, vovô Evilázio, tio Marcelo, tia Flávia, tia Ana Rita, tio Renato, tia Laura e tio Edu: com o amor de todos eles por mim, eu sinto como se tivesse 10 padrinhos!! E olha que nem falei da bisavó Ana (uma ausência beeem sentida), bisavó Ritinha, bisavô Edmundo e dos tios de Fortaleza e Juiz de Fora!
Mas vamos ao batizado em si: era uma tarde quente de domingo, e apesar do papai jurar que aconteceria o contrário, eu nem dei tanto trabalho para vestir a roupinha branca - por sinal a mesma que papai usou, olha que legal! Fiquei literalmente igual a um anjinho, mamãe disse que faltavam só as asinhas e a auréola. E lá fomos nós até a igrejinha que fica bem perto da nossa casa. Assim como eu, lá haviam mais seis crianças prestes a serem batizadas. A cerimônia foi linda: recebi o óleo do batismo e o óleo da crisma, e meu padrinho-vovô Manoel acendeu a minha vela no círio pascal para eu sempre ser iluminado. Mas vou confessar que estava um pouquinho tenso com a água - logo a parte mais importante do ritual. Todo aquele calor, e aquela água na minha frente... não sei se iria conseguir me controlar! Mas o receio da mamãe não se concretizou, e eu não pulei dentro da pia batismal! Me comportei como um verdadeiro anjinho, e o Espírito Santo purificou a minha alma! Ganhei um lindo colar de ouro dos meus padrinhos, mas mamãe guardou para eu usar mais tarde, acho que ela ficou com medo do tanto que eu o mordi durante o batizado.
Depois do batizado fomos para a casa do vovô, e fiz uma comemoração dupla com a tia Ana Rita. Até a ajudei a apagar as velinhas! Lá estava toda a minha família reunida. A mesa de bilhar do vovô fez sucesso novamente, e o vovô Evilázio ganhou de todo mundo: ele tem que me ensinar a jogar quando eu crescer! Tia Ana Rita, que tem um talento natural para essas coisas, preparou lindas lembrancinhas do meu batizado. Por falar nisso, já estou com saudades viu tia? Papai e mamãe me falaram que a senhora vai passar uma temporada longe, estudando bastante para o seu doutorado. Volta logo, e não deixe de ver o que escrevo por aqui!












Querido Felipe, estou morrendo de saudades de você, viu? Continue postando com muita freqüência para que eu possa acompanhar o seu crescimento enquanto eu estiver fora, pois sei que a cada dia que passa, novas coisas serão aprendidas. Te amo muito e mande um beijão para o papai e para a mamãe!
ResponderExcluirTia Ana Rita.
Oba, até que enfim , as notícias curiosas, festivas e alegres do feliz e santo BATIZADO do nosso querido Felipe. Como sempre, você está lindíssimo!! Também,num dia tão especial não seria o centro das atenções? Boba foi a tia Ana Rita em concorrer com você num evento tão badalado, não é verdade? Mas os dois merecem todo o carinho do mundo nas homenagens recebidas. Mil BJS para Ana Rita e Felipe da Bisa Ana.
ResponderExcluir